Aulas de Violão Aqui

Marepe: Estranhamente Comum | Pina_Estação | SP

Com curadoria de Pedro Nery, curador do museu, trata-se da primeira grande exposição individual do artista baiano em São Paulo que propõe oferecer uma visão abrangente de sua trajetória, iniciada na década de 1990. O conjunto de 30 obras evoca poeticamente uma memória pessoal que se entrelaça à sua cidade natal. Marepe (Marcos Reis Peixoto)...
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What Happened Miss Simone?

O documentário What happened, Miss Simone? é a história da própria cantora americana (1933-2003). Contém imagens inéditas, diários e cartas, boa parte do acervo cedida pela família, e entrevistas com amigos e colaboradores. O filme traça um intenso painel de uma artista de extremos, tão genial quanto geniosa, tão amada quanto rejeitada, que se tornou...
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6 tipos de parceria que você pode fazer para levar seu som para novos públicos

6 tipos de parceria que você pode fazer para levar seu som para novos públicos

Por Chris Robley

Parcerias, as famosas colaborações musicais, servem muito mais do que só para fazer divulgação cruzada

…mas é claro que qualquer atenção a mais que você conseguir ganhar é boa.

Para mim, entretanto, existe uma diferença entre se juntar a outro artista só porque isso pode te abrir caminhos para um novo público, e de fazer isso porque é uma aventura, um jeito de se expressar, uma maneira de exercitar sua flexibilidade criativa e de se desafiar.

Eu acho que a maioria das pessoas também sabe encontrar essa diferença, e sabe que colaborações que nascem do coração e de uma vontade profissional vão ser mais proveitosas, mesmo pra divulgação.

Então, quais são os jeitos de colaborar com outros músicos?

1. Uma gravação de “artistas conjuntos”

Uma gravação desse tipo é quando dois ou mais artistas gravam juntos, e levam o mesmo crédito como criadores. Pense mais em artistas como “Robert Plant & Allison Krauss”, e não em duplas como “Simon & Garfunkel” (já que Simon & Garfunkel trabalharam como uma dupla por anos, e não só em uma colaboração pontual).

A gravação de artistas conjuntos, seja um álbum, um EP, um single ou um show, vai entrar nas discografias e nos perfis de plataformas musicais DE AMBOS os artistas, o que vai trazer mais atenção para todo mundo que estiver envolvido.

Lance Allen, que distribui sua música com a CD Baby e eu entrevistei um tempo atrás sobre como o lucro que ele conseguia com streaming estava pagando o financiamento da casa dele, vem explorando esse tipo de colaboração com artistas tipo Avery Bright, Map of the Clouds e Denis Turbide.

2. Artista convidado em uma faixa (o famoso feat.)

Uma versão com menos pressão desse tipo de colaboração aí em cima é convidar outro artista para participar de uma música só — e o nome dele ou dela vai aparecer como convidado (ou feat) sempre que essa faixa estiver em plataformas digitais. O esquema de “featuring” já rola há anos no hip-hop, mas na última década começou a rolar em outros estilos de música também.

Muitas vezes, o artista “featured” está TE fazendo um favor, então não espere que ele ou ela vá se desdobrar para divulgar a música. De qualquer maneira, vai te abrir novos mundos de qualquer jeito (e também conseguir ótimos refrãos, raps ou novos trechos para a música).

3. Uma colaboração no YouTube

Eu odeio o termo “collab”, que é como chamam essas colaborações em inglês. Mas é assim que as pessoas chamam quando você e outro, ou mais cinco ou outros setenta criadores se juntam num projeto que tem elementos de áudio e de vídeo

Já que o YouTube é uma plataforma com uma cara mais informal e brincalhona, você pode pirar bem com essas colaborações. Daí cada dono de canal envolvido no projeto pode divulgar o vídeo para seus assinantes.

4. Takeovers, ou tomadas de canal

Tomadas de canal. Um “takeover” de um blog. Fazer a playlist de outra pessoa por uma semana. Você pode convidar outro artista para controlar o conteúdo do seu perfil em uma plataforma, por um período de tempo.

Eu já convidei compositores que admiro para fazer a curadoria da minha playlist Lyrics in the Limelight, cada um por um mês.

O compositor Dawn Beyer já fez apresentações ao vivo no Facebook Live de outros artistas.

É divertido, e você pode fazer um troca-troca de redes sociais.

5. Uma boa e velha participação em show

Eu já convidei vários músicos para tocar comigo durante shows: rappers, um quarteto de flautas, cantores etc.

O projeto Portland Cello Project baseou sua carreira em tocar cada vez com convidados diferentes.

Com isso, ele não só se diverte e se reinventa, recriando suas músicas com o que o convidado do dia pode contribuir, mas também tem a oportunidade de toda noite fundir seu público om o de outro artista.

6. Um vídeo ao vivo

Essa é uma combinação do aspecto “ao vivo” do método acima com o do “artista convidado”, de que eu falei antes, …e nem precisa ser um show ao vivo numa casa de shows. O sofá da sala da sua casa é um ótimo lugar para fazer um dueto de três minutos, que pode ser filmado com seu iPhone e postado no YouTube.

É simples: trabalhe com outras pessoas, em qualquer lugar, sempre que puder

Se você quer ser bem criativo, a colaboração nem precisa se dar na mesma sala que seu parceiro ou sua parceira.

Por exemplo, a compositora de folk Anaïs Mitchel se uniu a nossos amigos da Spire Studio  no calor do momento durante a conferência Folk Alliance International de 2018 para fazer um vídeo que consegue encampar esses vários aspectos:

  • Serve como propaganda para os equipamentos de gravação da Spire
  • É uma oportunidade de divulgação mútua para todos os artistas envolvidos
  • É a chance de mostrar uma baita canção que foi feita anos antes, mas que conseguiu encontrar um novo significado nos dias de hoje
  • O vídeo foi filmado e a música foi gravada rapidamente, com várias vozes diferentes se unindo contra as forças (e quantas forças!) que fazem a gente se sentir isolado e com medo deles— quem quer que eles sejam

Confira a parceria de Anaïs com Alec Spiegelman, Kristin Andreassen, Wallis Bird, e de Ellie Buckland, Isa Burke, & Mali Obomsawin (da Lula Wiles)— todas usando o gravador da Spire, que é compacto, fácil de usar e grava em vários canais diferentes

O que a Spire diz sobre esse projeto de parceria:

O Folk é um estilo de música que alimenta comunidades, com músicas tradicionais cujas letras variam de acordo com o momento histórico, onde elas são tocadas e o estado de espírito do músico. A gravação foi criada nesse espírito, de criatividade espontânea (alguns artistas toparam entrar no projeto 5 minutos antes de ele rolar) – neste caso, as camadas sonoras foram possíveis graças à Spire.

Também não é preciso dizer que uma música linda pode ser criada em qualquer lugar – com certeza fora de um estúdio — e neste caso foi, literalmente, em banheiros de hotéis, corredores de prédios, pátios, telhados etc. Ela é o reflexo de como e quando o folk foi criado e tocado, e também de como a Spire Studio permite que você grave em qualquer lugar.

E só para dar minha opinião. Eu tenho um gravador da Spire Studio e ele serve para muito mais do que só para colaborações. Eu estou usando-o em umas músicas que estou criando em casa, no Maine, e, apertando só uns botões, mando minhas gravações em formato WAV para meus colegas de banda, no Oregon. Mas a gente fala dessa colaboração outro dia…

Colaborações e esforços criativos não são novidade. Artistas de jazz já faziam isso há 75 anos. Nilsson Sings Newman, ainda que não tenha vendido muito disco na época, virou um clássico do gênero.

Hoje, Bon Iver colaborou com The Chieftains, Peter Gabriel e… a banda de jazz que tinham durante o ensino médio. O Kendrick Lamar’ juntou mais de 20 artistas convidados para fazer o álbum de Pantera Negra!

É claro que isso vai aumentar o público de todos os artistas. Mas nenhum artista vai ganhar público se sua música não for boa.

Você já lançou alguma colaboração interessante? Conte para a gente na seção de comentários, aqui embaixo.


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Gold – Mina de Ouro Serra Pelada | Sesc Avenida Paulista | SP

Exposição do premiado fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado. O registro, feito na década de 1980, mostra a realidade do que foi o maior garimpo a céu aberto do mundo, na região da Amazônia Paraense. Em mais de cinquenta fotos, a exposição revela o cotidiano da mina de onde foram extraídas toneladas de ouro em mais de...
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Tipos de Violão: Entenda as Diferenças Entre os Principais Violões no Mercado

Tipos de Violão: Entenda as Diferenças Entre os Principais Violões no Mercado

Você já ouviu falar nos tipos de violão que existem no mercado? Os tipos de violões Jumbo, Folk, Flat, Clássico, Zero e com mais de 6 cordas variam em tamanho, peso e sonoridade. Cada um com sua beleza e utilidade.

Convido você a conhecer as diferenças entre cada um desses violões.

Sonoridade, tamanho, peso…

Assim, você pode decidir o melhor tipo de violão para o seu perfil.

Quais os tipos de…

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Tipos de Violão: Entenda as Diferenças Entre os Principais Violões no Mercado

Você já ouviu falar nos tipos de violão que existem no mercado? Os tipos de violões Jumbo, Folk, Flat, Clássico, Zero e com mais de 6 cordas variam em tamanho, peso e sonoridade. Cada um com sua beleza e utilidade.

Convido você a conhecer as diferenças entre cada um desses violões.

Sonoridade, tamanho, peso…

Assim, você pode decidir o melhor tipo de violão para o seu perfil.

Quais os tipos de violão que existem? Qual o melhor violão para iniciantes?

Existem aproximadamente 7 tipos de violão além de algumas variações. São eles, o Folk, Clássico, Flat, Jumbo, 7 Cordas, 12 Cordas (Cordeamento duplo) e os Zeros.

O melhor tipo de violão para iniciante é o clássico.

Leve, pequeno e com cordas de Nylon.

As melhores características de um violão para iniciante.

Além disso, podemos diferenciar cada tipo de violão em algum detalhe ou outro.

Olha…

Violão Clássico

Tipos de violão clássico

Fonte da imagem: Site oficial da Eagle.

O violão clássico é talvez o melhor para aprender a tocar violão como iniciante. Principalmente por ser pequeno, leve e ter cordas de Nylon em geral.

O preço é um dos atrativos desse tipo de violão.

É comum o tipo de violão clássico não ser elétrico.

Violão Folk

Modelos Folk de violões

Fonte da imagem: Site oficial da Eagle.

Os tipos de Violão Folk tem um tamanho um pouco maior que o clássico, principalmente no corpo.

Também é um pouco mais fino e emite um som mais alto que o anterior.

Bom para cordas de aço. Se você não esquenta com a ponta dos dedos no início do aprendizado pode ser uma boa.

É uma boa opção para tocar com bandas.

Acentuação da beleza sonora nos médios e agudos, diferente do Jumbo que é chamativo nos graves.

As imagens desses dois modelos de violões são do site da Eagle.

Violão de 7 e 12 cordas

Tipos de violão de 12 cordas

Imagem do site oficial da Tagima.

O violão de 7 cordas não tem tanta diferença dos outros a não ser a sétima corda. Essa corda é afinada em Dó e é a mais grave das 7.

Tem um tamanho parecido com o violão clássico.

O violão de 12 cordas possui cordeamento duplo e você vai ver que esse tipo de violão possui também 12 tarraxas para afinação.

Um dos sons mais bonitos vem do violão 12 cordas.

As 4 duplas de cordas mais graves são afinadas na mesma nota uma oitava acima.

Ou seja, uma oitava mais aguda.

As 2 duplas mais agudas são afinadas na mesma oitava.

Esse é um dos tipos de violão mais interessante para tocar Blues.

Violão Jumbo

Tipo de violão Jumbo Cutaway

Imagem do site oficial da Tagima.

Elétrico e com cordas de aço possui características parecidas com o clássico. O detalhe é que este violão possui corpo maior.

Mesmo assim, o Folk é normalmente maior que o tipo de violão Jumbo.

Possui beleza acentuada nos médios e graves.

Talvez não seja uma boa ideia se você faz aula de violão recentemente ou é total iniciante.

Violão Flat

Modelo de Violão Flat

Imagem do site oficial da Tagima.

Esse cara você encontra somente na versão elétrica, em quase 100% das lojas.

Isso porque o violão Flat possui um corpo fino, e você encontra ele com cordas de Nylon e versões em corda de Aço.

Opção interessante para que quer tocar MPB.

Se você é iniciante, pode ser um opção caso queira aprender a tocar já tendo uma caixa amplificada.

Como é elétrico, esse violão praticamente não emite som suficiente para tocar sem uma caixa e um cabo para amplificar.

Outro ponto positivo é o fato de você poder equalizar o seu som a gosto.

As imagens desses 3 últimos tipos de violões são do site da Tagima.

Tipos de Violão: Zero, Duplo Zero e Triplo Zero (Tipo Parlor)

São violões menores, excelentes para manusear ou transportar. Também possuem equilíbrio entre faixas agudas e graves quanto a volume ou altura do som.

  • Violão Zero – O que possui o menor tamanho na categoria Parlor.
  • Violão Duplo Zero – Possui o maior tamanho entre os 3.
  • Violão Triplo Zero – É o irmão do meio desses modelos de violão.

São opções excelentes para quem quer o faz curso de violão com técnicas de violão fingerstyle.

Qual o melhor tipo de violão para iniciantes?

A dica para quem está começando a aprender violão é usar cordas de Nylon no tipo de violão clássico.

Por ser leve e relativamente pequeno.

Importante para quem não quer ter o trabalho de carregar uma caixa de som pra todo lado.

Isso porque tipo de violão clássico normalmente não é elétrico e emite uma altura excelente de som.

Som com qualidade, para o aluno iniciante no violão.

Para quem aprende violão através da internet pode ser uma boa escolha para fazer aula de violão em casa. Ainda mais agora que você já sabe os tipos de violão que existem por aí.

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Coco Antes de Chanel

O filme Coco Antes de Chanel tem o enredo focado nos anos pré-império da moda da protagonista. Retrata a jovem órfã e de família humilde, que costura de dia e canta em cabarés de noite. Ela construiu um  império e revolucionou o conceito de moda do século 20, liberando as mulheres da silhueta firme e...
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Parceiro Preferencial iTUNES e Spotify – O que é?

O Mundo digital muda muito rápido e sabemos que muitas vezes algumas informações importantes se perdem, faremos o possível para sempre ajud...