Fundos podem ser arrecadados tanto para os próprios artistas, quanto para ações de caridade.
No final do mês de abril, o Spotify lançará uma nova ferramenta dentro do Spotify for Artists, que permitirá que o artista arrecade fundos diretamente dos fãs e seguidores para resistirem a esse período desafiador causado pelo COVID-19.
E como vai funcionar? Os artistas poderão vincular uma página de financiamento coletivo verificada nos seus perfis oficiais da plataforma. O recurso ainda permitirá que o artista escolha recolher recursos para si mesmo, para outros artistas ou para instituições.
Aos artistas interessados, o Spotify recomenda que se cadastre neste link oficial aqui para ser notificado quando a ferramenta estiver disponível.
O mercado da música e do entretenimento foi um dos primeiros a serem afetados economicamente pelo COVID-19. Se você souber de outras ações importantes para dividir com a gente, escreva nos comentários.
Os edifícios religiosos constituem a grande maioria das obras arquitetônicas que permaneceram. Quase todos eram tão simbólicos como estritamente funcionais. Os templos recriam o cosmo ou parte dele. Este cosmo é um cosmo ideal, purificado é à parte do mundo cotidiano, e a sua relação com este último é uma relação de analogia e não... Símbolos do templo no Egito publicado primeiro em https://www.historiadasartes.com
Estrela da última produção aqui do Som Sem Plugs, o cantor Dudu Galvão começou sua carreira artística em cima dos palcos do teatro. Foi nos bastidores da gravação na Casa da Ribeira que o artista contou sobre sua trajetória em direção à música.
Durante sua graduação em educação artística pela UFRN, Dudu teve sua primeira experiência nos palcos com o Clowns de Shakespeare, um dos principais grupos teatrais de Natal. “Fiz uma oficina do Clowns em 2005, e dois anos depois fui convidado a substituir um ator durante uma turnê de um espetáculo”, conta.
O convite foi aceito prontamente, e Dudu teve a oportunidade de viajar com o grupo. “Eu era fã deles, foi minha primeira experiência profissional e naquele momento em particular o grupo estava passando por um boom, rodando o Brasil todo”, lembra.
Dudu aproveitou toda a experiência e estrutura do Clowns pra se formar lá dentro junto dos diversos profissionais que lá trabalhavam. “Lidava com diretores musicais, coreógrafos, preparadores vocais, músicos e foi aí que comecei a cantar. Isso chamou atenção das pessoas que me perguntavam se eu não tinha interesse em seguir uma carreira na música e eu passei a acreditar nisso”, revela.
Para testar se sua guinada a música daria certo, Dudu fez um evento especial no barracão do Clowns e convidou 20 amigos no ano de 2013. Dentre os convidados estava Henrique Fontes, diretor da Casa da Ribeira, que gostou muito da apresentação e convidou Dudu para tocar na virada cultural daquele ano.
Foi então que Dudu decidiu seguir em frente com seu projeto musical. De início contou com a parceria do pianista alemão Oswin Lohss, que na época estava fazendo trilha pro teatro e foi quem apresentou Dudu ao universo dos músicos locais.
Foto: Diego Marcel
Passou a tocar na noite ao estilo piano e voz, com um repertório de clássicos, e foi então que decidiu abraçar o jazz como estilo. “Desembocar no jazz foi algo natural, pois é um gênero que gosto muito e está muito atrelado a minha infância”, conta Dudu, que morou com sua família nos Estados Unidos e os standards do jazz eram a trilha sonora que seus pais ouviam.
De lá pra cá Dudu participou e produziu festivais, tocou em premiações, eventos e passou a ter sua carreira musical reconhecida, mas sem abandonar o teatro.
“Não deixo o teatro, me identifico muito, quero continuar até o resto da minha vida, deixando as duas atividades em parelelo. Vejo que as duas coisas estão se equilibrando, mas como meu sustento vem do teatro, é pra ele que dou prioridade. Vejo que a música está abrindo novos espaços e a briga está ficando mais feia”, explica.
Voltar a Casa da Ribeira para a gravação do clipe do Som Sem Plugs é um momento de enorme satisfação para Dudu.
“Nada mais oportuno de juntar essas duas coisas em uma produção de um videoclipe. Pra mim é a relização de um sonho. Estou gravando uma musica autoral, indicada pelo próprio som sem plugs, estou muito feliz, admiro muito o projeto que valoriza o artista local, então está sendo um privilégio fazer algo desse nível. Sou muito visual, é um presente trazer essa musica que fala sobre um amor platônico, tem uma poesia especial, e isso me deixa bem feliz”, celebra.
Dudu planeja lançar seu primeiro disco no começo do ano que vem, com oito a 10 faixas autorais e mais alguns covers. Para a materialização de mais esse passo na carreira musical espera contar com o apoio de leis incentivos. Até lá Dudu segue encantando com sua arte, como você pode conferir abaixo com a canção “Flor de Canela”
Muitos artistas fizeram seu autorretrato, talvez como forma de mostrar a sua identidade e também como um bom exercício de desenho e pintura Veja alguns deles: Proposta: Faça seu autorretrato Material: lápis preto, de preferência com grafite macio, por exemplo B2 folhas de papel sulfite lápis de cor giz de cera sua fotografia Coloque... Faça seu Autorretrato publicado primeiro em https://www.historiadasartes.com
Neste mês, a gente tem outra notícia ótima: sua música vai chegar à Índia e ao Sudeste Asiático, agora que firmamos uma parceria com a Hungama.
O que é a Hungama?
A Hungama foi um dos primeiros serviços de entretenimento on demand da Índia, e passou a ser uma das empresas culturais mais fortes do país. Com milhões de músicas e de filmes, de todos os gêneros e idiomas, a Hungama é o destino de mais de 20 milhões de consumidores da Índia e de países vizinhos. Os usuários do serviço podem escolher entre três planos diferentes, que inclui streaming ou download de conteúdo. Assim como plataformas tipo o Spotify, a Hungama tem um algoritmo poderoso de descoberta, de busca, recomendação de músicas e de filmes, baseado no humor, no ritmo, no idioma e em diferentes épocas.
Tem um app para isso
A Hungama é o único app indiano que tem tanto streaming de música quanto streaming de vídeo e opções de download. Eles recentemente vêm lançando ferramentas que incentivam a interação, como uma ferramenta chamada Loyalty, tipo um plano de fidelidade, que recompensa os usuários que interagem mais com o app. Os usuários podem ganhar (e resgatar) pontos toda vez que virem um vídeo, ouvirem uma música, convidarem amigos para usar ou serviço, ou mesmo criarem uma playlists.
A minha música vai aparecer na Hungama?
Sim. Embora Hungama tenha principalmente artistas indianos e filmes de Bollywood em sua loja, os usuários de Hungama poderão acessar suas faixas.
Se você usar o CD Baby para distribuir suas músicas para plataformas de streaming, entregaremos suas músicas para Hungama automaticamente, sem nenhum custo extra. Lembre-se de que, embora o Hungama apresente vídeos e músicas, apenas suas músicas estarão disponíveis no Hungama.
Assim como acontece com a distribuição para nossos outros parceiros, não distribuímos vídeo para Hungama.
Quanto tempo vai demorar para a minha música estar disponível na Hungama?
Pode demorar uns meses até que sua música esteja disponível nas ferramentas de busca da Hungama, depois que a gente mandar os arquivos para eles. A gente está mandando levas de milhares de músicas, Awesome então pode levar um tempinho. Depois que suas músicas estiverem disponíveis no catálogo deles, todo mundo que usa o site ou o app Hungama vai conseguir ouvi-las
Onde mais a Hungama está disponível?
Além do seu país de origem, a Índia, a Hungama também está disponível em muitos outros países e territórios, inclusive:
Sri Lanka
Afeganistão
Paquistão
Maldivas
Camboja
Myanmar
Emirados Árabes Unidos
Bahrein
Kuwait
Oman
Qatar
África do Sul
Quênia
Costa do Marfim
A Hungama também tem planos de expandir seus negócios para mais 30 países só este ano.
E com que frequência eu vou receber os pagamentos da Hungama?
A Hungama faz os pagamentos por streaming e downloads uma vez por mês. Assim como acontece com todas as rendas provenientes de serviços digitais, o dinheiro vindo da Hungama vai aparecer na seção de contabilidade do seu painel de controle da CD Baby.
Foto Capa: Augusto Júnior / Direção de Arte: Rodrigo Costa, Augusto Júnior e Felipe Nunes
Primeiro lançamento do cantor e compositor Felipe Nunes, o EP Entropykos celebra a ancestralidade rítmica e a poesia nordestina com trajes modernos e psicodélicos. O selo Rizomarte, que vem trabalhando de forma incansável, é o responsável por mais este lançamento que estreia hoje nas plataformas de streaming e você pode ouvir AQUI.
Sergipano radicado em Natal há mais 7 anos, Felipe Nunes é historiador e está prestes a concluir o mestrado em antropologia social pela UFRN. Foi também um dos realizadores do Sarau Insurgência Poéticas nos últimos anos. Essas experiências são bem traduzidas em seu EP de estreia, carregado de ícones e temas regionais em suas cinco faixas.
“O EP buscou contar sua história através de narrativas contra-hegemônicas. O Entropykos nasce da simbiose entre a palavra entropia (termo da física onde, a grosso modo, afirma que estamos sempre a se multiplicar e se movimentar) com a palavra tropicalismo, que permeia o trabalho de Caetano, Gil, Jorge Mautner, Gal Costa, Nara Leão, dentre outrxs. O nome é um reflexo literal do EP, onde buscamos amalgamar diversas sonoridades sobre histórias que formam a identidade cultural brasileira. As letras tocam em temas como a releitura da história a partir da ancestralidade, o legado de luta e resistência dos povos indígenas e negros/as, a importância da resiliência como estratégia de vida, a linha tênue entre utopias e distopias”, detalha Felipe.
São beats e programações eletrônicas ao ritmo de ijexás e afoxés combinado à guitarras, violões, tambores, flautas, rabecas e sintetizadores que formam a plataforma para a poesia febril e pulsante de Felipe. O EP conta com produção musical de Pedras Leão e participação Kebler Moreira (percussão), Heather Dea Jennings (flauta), Tiquinha Rodrigues (Rabeca), Walter Nazário e Rafael Melo (guitarra) e Henrique Lopes (synths e direção artística).
Quase todas as estátuas mais importantes representavam uma figura que olha em frente, numa linha perpendicular ao plano dos ombros e cujos membros estão restringidos dentro dos mesmo planos. A maior parte das vezes encontra-se em repouso, sem estar ocupada em nenhuma atividade. A interação orgânica das partes do corpo quase não é indicada, de... Escultura na Arte Egípcia publicado primeiro em https://www.historiadasartes.com